Riberinhos e Mundurukus frente ao Complexo Tapajós

No 10/12/2015 por Minguarana emUncategorized | 0 Comentários

O rio Tapajós é o lar de comunidades tradicionais que levam séculos ou milênios, morando nas suas margens. Seus modos de vida tradicionais, em estreita harmonia com a natureza que fornece as necessidades da vida, estão actualmente em cheque.

Em resposta à ameaça do Complexo Hidrelétrico de Tapajós, comunidades diferentes começar a estabelecer uma frente comum de resistência. O primeiro passo é compartilhar informações, como uma defesa contra a estratégia corporativa de dividir e isolar uns dos outros aos atingidos por projetos de industrialização na região.

Este vídeo foi gravado na aldeia Munduruku Sawre Muybú em outubro de 2013, quando equipes de pesquisadores estavam protegidos por soldados que realizam trabalhos de inventário biológico e geológico na área sem a permissão de seus habitantes.

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Desde Såo Luiz do Tapajós, Outubro 2015

No 22/11/2015 por Minguarana emTapajos | 0 Comentários

A pesar de que la crisis económica que actualmente tiene en jaque al gobierno de Brasil parece haber ralentizado los planes del Complexo Tapajós, la amenaza sigue vigente, especialmente en la localidad de Såo Luiz do Tapajós, directamente afectada por la presa más grande el complejo. El actual presidente de la comunidad expresa en este vídeo sus temores al respecto de las intenciones del Consorcio Tapajós, que parece estar obrando igual que ya se hizo en Belo Monte, y también su opinión acerca de la manera de obra de Diálogo Tapajós, la empresa de comunicación creada por el Consorcio para convencer a las poblaciones afectadas de las bondades del proyecto. Es patente para los habitantes del lugar que Diálogo Tapajós tiene poco de diálogo y mucho de lavado de cerebro, siendo una tapadera para encubrir una verdadera operación de des-comunicación y lavado de imagen, que trata a los principales afectados como a débiles mentales a los que convencer con bonitos dibujos y verborrea vacía.

[Nota: las imágenes de construcción que aparecen en este vídeo fueron grabadas en Belo Monte en octubre de 2013, las obras en Sao Luiz serían similares pero están lejos de comenzar]

 

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Funai admite: interesse hidrelétrico compremete demarcação de Território Indígena MDK

No 29/11/2014 por Minguarana emUncategorized | 0 Comentários

[Veja a matéria original no site Xingú Vivo]

Em um vídeo filmado pelos Munduruku em setembro deste ano durante uma reunião na Funai em Brasilia, a presidente do órgão, Maria Augusta Assirati, afirma ter sido pressionada durante sua gestão por setores do Governo Federal para não assinar o relatório de demarcação da Terra Indígena Sawré Muybu, localizada na região de Itaituba, Pará. Ela chega a chorar e diz que ainda não publicou os estudos e o mapa com as coordenadas da TI porque outros órgãos do governo federal passaram a discutir a demarcação, que, se aprovada, inviabilizaria legalmente a construção da hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, no rio Tapajós. Além de indígenas, ribeirinhos e representantes da Fundação, também estavam presentes Nilton Tubino, da Secretaria Geral da Presidência da República e Celso Kjinic, do Ministério de Planejamento

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Índios Munduruku: Tecendo a Resistência

No 23/11/2014 por Minguarana emUncategorized | 0 Comentários

Devido a importantes alterações de última hora e seguindo a dinâmica da Amazônia, o documentário de Nayana Fernandez “Índios Munduruku: Tecendo a Resistência” pegou um rabetinha (barco de madeira típico da região), se atrasou, e foi lançado apenas o 18 de Novembro no Brasil. Mais o tempo em várias comunidades da Amazônia segue uma lógica diferente quando comparado aos grandes centros urbanos do resto do Brasil. Na língua Munduruku, por exemplo, o mais próximo da divisão de horas ao longo do dia são as palavras Kabiá, Wuykat e Kabiun, que traduzindo seria manhã, tarde e noite.

Em palavras da sua diretora, Nayana Fernández: “está claro que a luta dos Munduruku não é, nem será fácil. Se trata da sobrevivência não apenas de um povo, mas de vários. Incluídos todos nós, talvez não tão a longo prazo.Todo esse trabalho, o documentário, os artigos, e vídeo para a BBC, têm sido tentativas de contribuir especialmente para a luta dos Munduruku, mas também de levantar a reflexão do que é e para onde caminha a civilização ocidenta”

Este vídeo foi produzido de maneira independente, com apoio de algumas organizações da Inglaterra, lideranças Munduruku e seus apoiadores locais. “Índios Munduruku: Tecendo a Resistência” pode ser baixado gratuitamente do link acima.

Siga este link para o lançamento do documentário en “Índio e Nós”, com entrevista á diretora

Ele também será lançado, em inglês, no portal do Latin American Bureau

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Itaituba

No 06/09/2014 por Minguarana emTapajos | 2 comentários

Os Garimpos, as Praias, a Fonte
E as Estradas que ligam lonjuras
Num poema, ninguém há que conte
Toda a história das tuas formosuras.
ltaituba, ò “Cidade Pepita”,
Soberana do Rio Tapajós
Cada dia tu és mais bonita,
Pondo orgulho e esperança em nós
Que o progresso, porém, não destrua
Teus valores que têm tradição
Quando os prédios encobrem a Lua,
Cresce um povo, mas sem coração
Ir em frente é dever e destino
 dos Cristãos, das cidades até.
Mas só temos o apoio divino
Se o progresso anda junto com a Fé

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A problemática da educação no Rio Tapajós

No 20/08/2014 por Minguarana emTapajos | 0 Comentários

La falta de acceso a una educación pública de calidad es una de las principales amenazas para el futuro de las comunidades tradicionales que viven a lo largo del río Tapajós. Como en otras zonas rurales de Brasil, la falta de inversión pública, la dificultad en el transporte, los bajos salarios de los profesores o la corrupción en la administración son factores que juegan en contra de la educación formal de las poblaciones locales. Aquellas familias que desean mejorar el futuro de sus hijos dándoles una educación más allá del nivel básico deben enviarlos, con gran coste económico y el dolor de la separación, a estudiar a la ciudad. La consecuencia directa de este abandono por parte del Gobierno es la constante pérdida de habitantes en las comunidades, ya que la gran mayoría de jóvenes que va a estudiar a la ciudad nunca vuelve a vivir de forma permanente en sus lugares de origen.

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No 14/06/2014 por Minguarana emTapajos

O TAPAJÓS HOJE

Esta é a história atual do rio Tapajós, no oeste do estado do Pará, Brasil. É uma história contada pelos seus moradores, sobre um conflito que ameaça matar o último grande rio não barrado da Amazônia. Quando o mundo todo olha para o Brasil, para onde é que olha?

Nos diversos vídeos, fotografias e textos que você encontrará nesta primeira semente do documentário, será possível ter ideia do que está acontecendo na bacia de um dos rios mais lindos do planeta. Estamos tentado reunir testemunhos dos protagonistas das histórias humanas que acompanham o curso do rio.

Por favor, deixe os seus comentários, dê a sua opinião, faça a sua contribuição.

Muito obrigado pelo seu tempo!

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2010: o começo

No 29/05/2014 por Minguarana emTapajos | 0 Comentários

Há quase 4 anos, a Minguarana Producciones nascia para produzir este vídeo: ainda é bem atual.

Na beira do rio Tapajós (Pará, Brasil), está tendo lugar um dos muitos confrontos entre duas visões do mundo completamente opostas: de um lado, uma economia local de subsistência, sustentável e desenvolvida ao longo de centenas de anos pelos habitantes dessas terras; do outro, uma economia global ávida por matérias-primas baratas. O [suprimir as aspas] Complexo Hidrelétrico do Tapajós é um megaprojeto do governo que inclui a construção de cinco barragens. O objetivo é gerar cerca de 15.000 MW de potência,

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A ameaça do complexo Tapajós

No 04/01/2014 por Minguarana emTapajos | 2 comentários

Durante os meses de setembro a novembro de 2013, biólogos subcontratados estiveram em Mangabal desenvolvendo a primeira fase dos estudos de impacto ambiental para a barragem de Jatobá, uma das três grandes barragens que o governo tem planejadas para o rio Tapajós. Os pesquisadores trabalhavam para a Concremat, uma empresa privada subcontratada pelo Grupo de Estudos Tapajós, uma unidade criada pelas companhias organizadas no consórcio por trás desse projeto hidrelétrico. Alguns meses antes, um grupo indígena, parte dos mais de 13 mil índios do povo Munduruku, havia expulsado os biólogos da aldeia Amanhanã,

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